Mensagem ministrada no culto em comemoração ao 13º aniversário da Igreja Apostólica Ágape em São Vicente.
http://www.youtube.com/watch?v=aaYQBZuW1RQ
19 de setembro de 2012
Mensagem em Vídeo: Renúncia
Marido da Elza. Pai do Gabriel. Pastor na Comunidade Cristã Redenção. Alcançado pela infinita graça de Deus.
31 de julho de 2012
Perguntas e Respostas: Por que não somos mais uma Igreja em células no modelo dos Doze
Muitas pessoas
têm feito perguntas sobre esse momento de transição da nossa igreja local.
Algumas pessoas fazem isso diretamente, outras indiretamente. Pois bem, deixa
eu responder algumas perguntas feitas e outras que não foram feitas, mas podem
estar incomodando alguns:
1. Vocês ainda são Igreja Apostólica Ágape?
Sim. Todas as quatro igrejas do Estado de São Paulo que estão
diretamente ligados a mim, ainda são uma Igreja Apostólica Ágape.
2. Mas como isso é possível?
A liderança do Ágape, na pessoa dos apóstolos Túlio e Cláudia, nunca
impuseram o modelo dos doze como obrigatoriedade para ser uma Igreja Ágape.
Sempre ficou claro para nós que a cobertura era pessoal (especificamente aos
pastores das igrejas) e que não havia interesse em interferir em questões
locais (ingerência mínima). Com relação a nós, quando decidimos reformular
nossa estrutura funcional, também consideramos a possibilidade de nos
desligarmos do Ágape. Mas após conversarmos com os apóstolos (Alexandre e
Túlio), retrocedemos nessa decisão, mas ficou bem claro para nós, que
poderíamos efetuar as mudanças que julgássemos necessárias. E até agora, essa é
a posição que temos por parte deles.
- Qual o modelo iremos adotar?
De forma resumida, iremos constituir um presbitério, que ficará
responsável pela superintendência da igreja como um todo (governo) e manteremos
as células nos lares, que deverão se multiplicar de acordo com um padrão
estabelecido (evangelismo e discipulado). Ou seja, estamos separando a
estrutura de governo da estrutura de discipulado, pois nem todos os discipuladores serão parte do governo. Além disso, estamos
fazendo algumas mudanças de ordem estrutural e funcional, para nos adequarmos
ao que estamos objetivando. Em breve, colocaremos no site mais detalhes.
- Por que colocamos nas mídias sociais nossa decisão?
Por um motivo óbvio e simples: já havíamos comunicado aos pastores que
caminham conosco, com os nossos líderes locais e com a igreja como um todo.
Faltava comunicar isso oficialmente para os demais, porque obviamente, isso
chegaria ao ouvido de muitos e talvez de forma distorcida (internet serve para
distorcer informações também). Alguns pensam que isso é uma atitude de afronta.
Quem pensa assim, em minha opinião, tem um entendimento muito limitado sobre nossa
liderança e, principalmente, sobre quem somos. Sempre fomos claros em nossas
posições e agora não seria diferente.
Bom, acho que estas são as perguntas feitas por algumas pessoas e que
eu julguei necessário ser respondido. Não temos a menor intenção de criarmos
constrangimento ou desconforto para os demais. Também esperamos que o mesmo
aconteça com relação a nós. Pertencemos ao mesmo Reino e até onde sei, neste
Reino não existe lugar para inimizades. No mais, quem tiver alguma dúvida,
fique livre para nos perguntar e teremos prazer em responder.
Marido da Elza. Pai do Gabriel. Pastor na Comunidade Cristã Redenção. Alcançado pela infinita graça de Deus.
25 de julho de 2012
Por que não somos mais uma Igreja em Célula no Modelo dos Doze.
Existem
algumas situações em nossas vidas que tentamos evitá-las a todo custo,
principalmente aquelas que nos conduzem a transformações. É óbvio que manter as
coisas nos seus devidos lugares e não realizar mudanças necessárias sempre é
mais cômodo e tranquilo. Mas, em determinados momentos, Deus nos chama para
darmos o próximo passo. Fazer isso significa, acima de tudo, ficar sujeito a
oscilações e instabilidades circunstanciais. Não é algo agradável, mas se
queremos ser fiéis às convicções que Deus nos dá, precisamos estar abertos para que isso aconteça.
Nesse sentido,
como pastores e como igreja local, estamos nos submetendo a um tempo de
reformulações e quebra de paradigmas. Isso não começou ontem e nem ao menos é uma decisão unilateral (eu e Elza tomando todas as decisões), mas faz parte de um processo de avaliação realizado continuamente junto aos líderes locais e aos membros da igreja. Isso envolve mudança de identidade,
valores e crenças e em última instância, alterações na estrutura funcional da
igreja, que já estamos realizando gradativamente. Por isso, desde julho de 2012
(ou seja, este mês), já não nos consideramos mais uma igreja em células no
modelo dos doze. Isso não significa que nos julgamos melhores do que aqueles que estão na Visão e também não significa os desprezamos. Significa sim que estamos buscando nossa própria forma de ser
igreja, sem nos apartamos dos fundamentos essenciais da fé cristã, é claro! Não
queremos reinventar a roda e muito menos achamos que temos uma nova visão que
vai revolucionar o mundo, apenas estamos buscando compreender melhor os
desígnios de Deus para nós. Sabemos que nessa caminhada erraremos muito, mas
também temos a certeza que o Senhor guiará nossos passos e por isso estamos em
paz e certos que ele nos abençoará!
Marido da Elza. Pai do Gabriel. Pastor na Comunidade Cristã Redenção. Alcançado pela infinita graça de Deus.
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