9 de janeiro de 2013

Vou confessar que:



Vou confessar que:

01.   Trânsito me irrita profundamente, ao ponto de me irar;

02.   Tenho muita resistência com relação a pessoas que, do meu ponto de vista, são dotadas de pouca inteligência;

03.   Apesar de ser pastor, muitas vezes não quero pastorear ninguém!

04.   Não leio a Bíblia todo dia e muitas vezes ignoro a vida de oração;

05.   Sou ansioso e impaciente;

06.   Tenho a tendência a não permitir que outra pessoa fale no momento de discussão;

07.   Uso o sarcasmo quando me deparo com situações onde o argumento sólido é ignorado;

08.   Detesto acordar cedo!;

09.   Muitas e muitas vezes, já quis abandonar o ministério por puro egoísmo e falta de paciência;

10.   Algumas vezes, sou tomado por um desejo de reconhecimento e sucesso;

11.   Não me importo se pessoas não gostam de mim. Isso simplesmente não me incomoda;

12.   Tenho medo de altura e não gosto nem um pouco de rato.

Você deve estar se perguntando, porque falar isso? A resposta é simples: reconheço a minha natureza caída, que está dia-a-dia sendo transformada pelo poder de Deus. Creio na graça divina e na regeneração em Cristo, mas continuo sendo um pecador carente de misericórdia, alguém que precisa lutar contra a malignidade que existe dentro de cada um de nós! E se você não tem problemas e pecados, atire a primeira pedra, antes é claro de ser arrebatado ao céu, devido a sua grandiosa santidade! 
Acho que é importante dizer também o seguinte: não gosto dessas minhas atitudes! Elas simplesmente me aborrecem muito. Por isso, luto diariamente para vencer esse e outros desafios pessoais, crendo que a atuação do Espírito Santo em mim me capacita para isso! Já venci e superei vários erros, equívocos e pecados, mas como já disse em outro post, o pecado é como um rabo de lagartixa. Você corta, ele cresce novamente! Cabe a nós não permitir que isso aconteça! Como? Dependendo de Deus diariamente! 

7 de janeiro de 2013

Dez resoluções para o novo ano.


Todo início de ano é a mesma história: fazemos planos, traçamos objetivos e esperamos que o novo ano seja melhor do que o que passou. Na verdade, isso é bom, pois como seres limitados que somos, precisamos manter diante dos nossos olhos as resoluções que tomamos para um período de tempo da nossa curta existência nessa terra. Se você não conseguiu fazer isso ainda, gostaria de dar algumas sugestões. Segue abaixo dez resoluções para o ano de 2013 e quem sabe para uma vida toda:

01.   Resolva se aprofundar no conhecimento e na vivência do Evangelho de Cristo;

02.   Resolva se dedicar mais a obra de Deus;

03.   Resolva sair da sua zona de conforto espiritual e permita que Deus confronte suas convicções;

04.   Resolva ler bons livros que façam você refletir sobre o que você ainda não tinha pensado;

05.   Resolva se aproximar de pessoas que aproximam você de Deus;

06.   Resolva matar a sua vontade em detrimento da vontade de Deus;

07.   Resolva estudar mais profundamente sobre a graça, a soberania e a glória de Deus;

08.   Resolva contribuir efetivamente com a obra missionária;

09.   Resolva ser uma bênção na sua igreja local;

10.   Resolva proclamar incessantemente a redenção humana em Cristo.


Bom ano a todos! Paz!

6 de janeiro de 2013

Que tédio!




Essa é sem dúvida a expressão mais falada e escrita nos dias de hoje por adolescentes, jovens e adultos. As pessoas estão entediadas (talvez no momento que você está lendo este post, você esteja se sentindo assim!), parece que nada as satisfaz e se encontram satisfação em algo, isso tem prazo de validade, que muitas vezes é bem curto! Enfim, somos uma geração entediada! Se isso fosse apenas uma reação de uma sociedade consumista, narcisista e sem conhecimento de Deus, consideraria esta atitude algo normal. O problema é que temos observado esse tipo de sentimento proliferando dentro do Corpo de Cristo, local onde, por assim dizer, isso não deveria acontecer com tanta intensidade. Precisamos detectar a causa disso em nosso meio. Será que é devido a uma espiritualidade artificial e rasa? Será que é porque tornamos a religião apenas mais um item de consumo na grande prateleira da vida? Será que isso se deve ao fato de ainda não compreendermos profundamente o amor e a graça de Deus? Será que isso está acontecendo porque perdemos a simplicidade do Evangelho? Devemos parar, pensar e encontrar soluções que nos conduzam novamente aos pastos verdejantes, que nada mais é do que um lugar de contentamento pleno em Deus.