15 de setembro de 2013

10 coisas que eu odeio em você.

Quem curte Teen Movie já deve ter visto um filme intitulado 10 COISAS QUE EU ODEIO EM VOCÊ. Basicamente, o filme segue a linha da menina boazinha que se apaixona pelo menino rebelde, mas que no fundo é uma boa pessoa. Enfim, água com açúcar suficiente para aumentar o nível de glicose no sangue de qualquer um. Mas pensando no título do filme, decidi enumerar 10 coisas que odeio nas pessoas (e em mim mesmo obviamente). Sei lá, achei um tema apropriado para uma noite sem ter muito que fazer. Vamos lá:

01.   Eu odeio quando uma pessoa come de boca aberta. Ver a comida se mexendo dentro da boca de alguém é pior do que assistir o Domingão do Faustão!

02.   Eu odeio quando uma pessoa tem a infeliz ideia de ir de Crocs a lugares públicos!

03.   Eu odeio quando uma pessoa limpa o nariz com o dedo em público. Veja bem, limpar a nareba na privacidade do seu lar é uma coisa, mas fazer isso enquanto outras pessoas estão vendo é maldade!

04.   Eu odeio quando uma pessoa peida e não assume a responsabilidade. Soltou um punzinho, admite. É mais nobre!

05.   Eu odeio quando uma pessoa fica postando foto de comida no Instagram, principalmente de Temaki de peixe cru, que para mim é a coisa mais nojenta da culinária mundial!

06.   Eu odeio quando uma pessoa se diz ecológica e que está salvando o mundo só porque passou a usar sacolinha biodegradável. “Ui, eu sou ecológico e uso sacolinha biodegradável!”

07.   Eu odeio quando uma pessoa estaciona em fila dupla e coloca o pisca alerta ligado. Tipo assim, ligar o pisca alerta dá o direito de ir contra as leis do trânsito. Vou atropelar alguém e ligar o pisca alerta então!

08.   Eu odeio quando uma pessoa escolhe carne no açougue com se estivesse comprando uma casa! Meu, é só um pedaço de carne, compra esse negócio rápido e vaza!

09.   Eu odeio quando uma pessoa usa aquelas carinhas no Facebook. Como já falei, quando mulheres fazem isso eu até respeito, mas homens que fazem isso merecem uma bifa!

PS: como sempre faço, quero deixar claro que post acima é uma brincadeira e não condiz com a realidade, ou seja, não expressa a minha real opinião sobre nada ou quase nada! Ah, ia me esquecendo:


10.   Eu odeio quando uma pessoa não entende que estou sendo irônico e eu tenho que explicar isso prá ela!

29 de agosto de 2013

O discipulado burro.

Tem palavras que já foram incorporadas ao vocabulário evangélico, que ao ser pronunciadas, nem desperta em nós algum tipo de questionamento. Uma dessas palavras é DISCIPULADO, que sem dúvida é uma das palavrinhas mais usadas em nosso meio nos últimos anos. Eu particularmente gosto dela e a considero complexa e cheio de significado, portanto, não tenho nada contra o conceito em si. O que me causa um grande desconforto é o fato de, muitas vezes, utilizarmos o discipulado e todas as formas de executá-lo como um mecanismo de reprodução e não de reflexão. Isso significa que o discipulado cristão brasileiro assume ares de ensinar a fazer a partir de um modelo estabelecido e não de estimular cristãos a refletirem sobre o que é a vida cristã e todos os seus desdobramentos. Dentro de uma perspectiva industrializada de igreja, a primeira forma é mais útil e gera resultado mais rápido, mas é esse tipo de igreja que desejamos estabelecer? Creio que precisamos urgentemente resgatar os princípios do discipulado para a autonomia espiritual, que conduz para a interdependência nos relacionamentos. Para isso devemos parar de ensinar a reproduzir e começar a ensinar a pensar. É uma tarefa difícil e que requer quebra de paradigmas estabelecidos em nosso meio gospel atual, mas precisa ser feito, senão corremos o risco de formarmos uma geração de pessoas espiritualmente fragilizadas e emocionalmente dependentes.


Ton.

23 de agosto de 2013

Mate os lobos para que as ovelhas vivam!!!

Um pensamento me ocorreu esses dias após ouvir a fala de um pastor que estava participando de um fórum em um congresso em Goiânia. Confesso que não é um pensamento novo nem para mim e muito menos para a maioria das pessoas que conheço, mas no momento em que ouvi o pastor falando com propriedade sobre o assunto, me peguei concordando com ele, mas principalmente, me sentindo constrangido por não estar fazendo o que deveria ser feito na intensidade que a situação exige. A ideia defendida por este pastor é mais ou menos essa: não adianta reclamar dos problemas existentes na Igreja brasileira e muito menos daqueles que são os geradores desses problemas. Precisamos assumir uma posição contrária a tudo aquilo que julgamos estar errado. E para não cair apenas no criticismo medíocre e oco, devemos começar a agir a partir da nossa realidade local. Devemos nos posicionar e mostrar novas alternativas de viver a vida cristã. Condenar o erro, mas praticar as mudanças necessárias.
Não foi exatamente assim que ele falou, mas resumidamente, foi esse o conceito defendido. Então, que os pastores (não me refiro apenas àqueles que foram ordenados como tal, mas todos aqueles que exercem a função pastoral dentro do Corpo de Cristo) assumam seu papel, para que lobos disfarçados de ovelhas não devorem o rebanho de Cristo e nem destruam com as suas mentiras aquilo que existe para glorificar a Deus, ou seja, a sua Igreja. Por isso, creio que devemos lutar pela Igreja, devemos combater o engano, devemos apontar os erros, mas principalmente, devemos nos comprometer com as mudanças necessárias, nem que isso corte em nossa própria carne. Eu amo a Igreja de Cristo e vivo para servi-la, por isso quero contribuir para a sua edificação e crescimento espiritual. E você, tá nessa junto comigo e outros milhares ou milhões de inconformados? Que o Senhor seja conosco!


Ton.