26 de janeiro de 2012

Admirável Mundo Novo

Tá certo, as redes sociais democratizaram a informação. Tá certo, o mundo moderno é um grande Big Brother, onde todos são vigiados e todos os nossos atos são vistos e percebidos por várias pessoas. Tá certo, se queremos privacidade, devemos zelar por ela e não nos expormos demasiadamente. Tá certo, todo mundo tem o direito de falar o que bem entende, pois estamos vivendo em uma sociedade onde a liberdade de expressão deve ser respeitada. Tá certo, é isso aí! Viva a evolução da espécie!
Mas será que esta mesma forma de pensar deve ser a regra de conduta da igreja de Cristo? Veja bem, até onde eu sei, somos guiados por princípios e valores diferentes deste mundo e existem várias atitudes que este mesmo sistema secular aprova e a Bíblia condena. Então, a quem iremos escutar e a vontade de quem iremos fazer? Devemos parar e refletir urgentemente sobre tudo isso, porque o nome de Cristo, muitas vezes, tem sido exposto por nós!
Digo isso tudo, porque me cansa ver irmãos na fé discutindo, criticando, desmoralizando e expondo uns aos outros pela televisão, rádio e redes sociais. Parece que perdemos a capacidade de lidarmos com os nossos problemas face-a-face, olho no olho. Escondemos-nos atrás do microfone, das câmeras de TV e dos teclados de um computador e desse lugar seguro e confortável, mas também extremamente covarde, saímos atirando pedras em tudo o que não gostamos ou não concordamos. Chega de profetas cibernéticos! Chega de apologistas sem vida de Deus, que somente querem ver o circo pegar fogo! Chega de pastores criticando pastores para todo mundo ver! Chega da nossa própria opinião em detrimento da Verdade. Chega de covardia e irresponsabilidade com a Palavra e o testemunho cristão. Chega!

25 de janeiro de 2012

Ele é o cara!

Eu tenho um filho de seis anos chamado Gabriel e ele me vez um solicitação: ele me pediu para escrever um post sobre ele. É isso mesmo! Ele me disse: “Pai, escreve no seu blog que eu sou o cara!” Menino com autoestima lá nas nuvens, né não! Pois lá vai! Gabriel é um filho lindo, inteligente, criativo e muito amoroso. Quando crescer ele quer ser músico, mas já teve tempo que ele queria ser pinguim. Ele fala para mim e para a mãe dele que quer se casar e já até sabe quem vai ser sua esposa e com qual vestido ela vai para o casamento (ele viu um, outro dia numa loja e disse que seria aquele que a esposa dele iria usar no casamento). Ele faz aula de surf, mas o que ele gosta mesmo é de estar junto com os amigos dele. Ele é engraçado e vive tirando onda com a cara da gente. Ele ama carinho de pai e de mãe, mas também gosta de agitar. Ele diz que o grande amor da vida dele é Deus, mas também gosta de José, afinal ele foi pai de Jesus! Enfim, esse é o Gabriel, presente de Deus em nossas vidas e sem dúvida nenhuma, O CARA!

24 de janeiro de 2012

Mais uma confissão!

O tempo passa e mesmo assim tem coisas com as quais eu não me acostumo, e por mais que eu tente entender determinados comportamentos e aceitar algumas mudanças, eu não consigo. Simplesmente não consigo! Até faço de conta que aceito e entendo, mas o fato é que estas mesmas coisas me causam estranheza e desconforto. Não sei se eu tenho que mudar e me adaptar, ou se preciso continuar sendo um eterno insatisfeito, desejando transformação, mudança e um estilo de vida mais genuíno.
Mas o fato é que eu prefiro que pastor seja considerado um pregador do Evangelho da verdade e não um palestrante motivacional. Eu prefiro que show evangélico seja chamado de celebração ao Senhor e que cantor não seja artista e sim ministro de Deus. Eu prefiro ver a igreja preocupada com a Grande Comissão e não apenas com os benefícios do presente século. Eu prefiro que os líderes evangélicos sejam considerados servos e não senhores. Eu prefiro que membro de igreja seja chamado de discípulo de Cristo e que seja movido pelo desejo de ser discipulado por Ele. Eu prefiro a tristeza que procede de Deus do que a alegria que procede do mundo. Eu prefiro que o certo continue sendo o certo e não apenas um ponto de vista a ser considerado entre tantos outros. Eu prefiro que pecado seja chamado de pecado e seja tratado como tal e não apenas como um mero deslize cometido por nós. Eu prefiro a simplicidade ao invés do sucesso e fama que tem tomado conta de tantos corações dentro da igreja. Eu prefiro o cajado de Jesus e não a falsa sensação de bem-estar promovida pelo pecado. Eu prefiro uma igreja que mantém Jesus como o centro da sua existência e não coloca homens como o foco da sua atenção.
Na verdade, o que mais procuro é entender e viver o Evangelho como ele é e não apenas a caricatura que nós mesmos criamos dele. Isso é meio utópico, mas como diria Robinson Cavalcanti, essa é uma utopia possível e eu não desistirei dela, em nome de Jesus!