4 de abril de 2015
Eu não preciso de religião para ser uma pessoa boa!
Marido da Elza. Pai do Gabriel. Pastor na Comunidade Cristã Redenção. Alcançado pela infinita graça de Deus.
25 de janeiro de 2015
Hoje é melhor do que ontem!
Eu me lembro como se fosse hoje. Tudo aconteceu na sala da
minha casa quando tinha apenas 15 anos. Não me recordo de todas as palavras
ditas pela pessoa que ministrou naquela noite, mas sei que nesta reunião em
minha casa no mês de julho de 1988, Deus me chamou para fazer parte do seu Reino.
Ali começou uma longa jornada que dura até o dia de hoje. Lá se vão quase 27
anos de caminhada cristã. Já me senti desanimado, cansado, sem fé, amargurado,
insensível, confuso entre outras coisas. Mas também vivi momentos de êxtase, de
conquistas, de novas experiências, de alegrias e por ai vai. Ou seja, nada
diferente da maioria dos cristãos que conheço. Bom, agora estou com 42 anos,
pastoreio uma igreja, tenho uma bela família e bons amigos que andam ao meu
lado, mas o que me chama a atenção neste momento é o fato de estar vivenciando
algo totalmente novo em minha vida cristã. Não sei explicar exatamente o que é,
mas nunca me senti tão livre para servir e amar a Deus, para fazer a obra com
amor desinteressado e para aprender a cada dia com o Senhor de todo
conhecimento. Acho que o Salmo 131 reflete bem o meu estado de espírito atual e
me alegro com isso, pois sei que é fruto do amor de Deus por mim. Que Ele seja
sempre louvado! Amém!
Senhor, o meu coração não é orgulhoso
e os meus olhos não são arrogantes. Não me envolvo com coisas grandiosas nem
maravilhosas demais para mim.
De fato, acalmei e tranqüilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança.
Ponha a sua esperança no Senhor, ó Israel, desde agora e para sempre!
Salmos 131:1-3
De fato, acalmei e tranqüilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança.
Ponha a sua esperança no Senhor, ó Israel, desde agora e para sempre!
Salmos 131:1-3
Marido da Elza. Pai do Gabriel. Pastor na Comunidade Cristã Redenção. Alcançado pela infinita graça de Deus.
31 de dezembro de 2014
Moralismo: a igreja em estado terminal.
Quando lemos o relato do livro de
Atos sobre os primeiros passos da Igreja de Cristo, normalmente ficamos
maravilhados com o número de conversões e com os milagres que aconteciam entre
eles e de fato tudo isso é sensacional. Mas algo que as vezes passa
desapercebido aos nossos olhos é uma parte do versículo 47 do capítulo 2, que
diz assim: “tendo a simpatia de todo o povo.” Creio que devemos ser uma
comunidade de redimidos que contam com a simpatia do povo e não um grupo de
religiosos estranhos que afastam a tudo e a todos de si mesmo com medo da
contaminação. Muitas vezes devido ao seu discurso altamente moralista e destituído da prática concreta do amor, a igreja assusta e afugenta as pessoas. Creio que devemos começar a agir como pessoas normais, que foram transformadas pela graça maravilhosa de Deus e desejam ser sal da terra e luz do mundo, mas para isso é preciso estar no mundo. Precisamos caminhar entre as pessoas, precisamos conviver com elas, precisamos servi-las. E precisamos fazer isso, sem pensar no próximo como mais um número na nossa vasta lista de realizações evangelísticas ou como um troféu que vamos apresentar para os nossos líderes.
Enfim, acho que precisamos aprender a ser gente de novo, pois em muitos casos, a religiosidade nos tornou algo estranho, sem gosto e sem brilho e que a única coisa que consegue atrair para si é a antipatia do povo. Sei que muitos vão dizer que somos perseguidos por causa da fé que pregamos, mas convido os mesmos a fazer uma avaliação:”Será que estamos sendo perseguidos pela vida que vivemos ou pelo discurso intolerante que anunciamos?” Existe uma grande diferença entre essas duas coisas e se não conseguimos perceber, a situação está pior do que imaginamos!
Marido da Elza. Pai do Gabriel. Pastor na Comunidade Cristã Redenção. Alcançado pela infinita graça de Deus.
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