Vamos fazer um exercício de reflexão sobre o tema RESPONSABILIDADE SOCIAL, tendo como base as Sagradas Escrituras. Nela encontramos dois modelos comunitários estabelecido por Deus. O primeiro modelo é a nação de Israel (Antiga Aliança), responsável por preparar o caminho para a vinda do Messias. As leis deixadas por esta nação tratam de justiça social de forma muito direta, ou seja, o próprio Deus incita a nação a ser justa não apenas do ponto de vista espiritual, mas também do ponto de vista social. O segundo modelo é a Igreja de Cristo (Nova Aliança), responsável por proclamar a mensagem do Messias. No seu estágio inicial, a Igreja compreendeu e praticou a justiça social não como lei imposta por Deus, mas como fruto do agir de Deus entre eles, por isso não permitiram que existisse desigualdade na nova comunidade que estava sendo estabelecida. Então, me diga como hoje podemos ser tão indiferentes a isso? Como podemos, dentro de um contexto social com tantas desigualdades, nos preocuparmos apenas com a manutenção da nossa própria espiritualidade? Será que fomos chamados apenas para pregar o Evangelho sem ter o compromisso de também contribuir de forma prática com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária? Algo está errado não acha?1 de agosto de 2015
o cristão e a responsabilidade social
Vamos fazer um exercício de reflexão sobre o tema RESPONSABILIDADE SOCIAL, tendo como base as Sagradas Escrituras. Nela encontramos dois modelos comunitários estabelecido por Deus. O primeiro modelo é a nação de Israel (Antiga Aliança), responsável por preparar o caminho para a vinda do Messias. As leis deixadas por esta nação tratam de justiça social de forma muito direta, ou seja, o próprio Deus incita a nação a ser justa não apenas do ponto de vista espiritual, mas também do ponto de vista social. O segundo modelo é a Igreja de Cristo (Nova Aliança), responsável por proclamar a mensagem do Messias. No seu estágio inicial, a Igreja compreendeu e praticou a justiça social não como lei imposta por Deus, mas como fruto do agir de Deus entre eles, por isso não permitiram que existisse desigualdade na nova comunidade que estava sendo estabelecida. Então, me diga como hoje podemos ser tão indiferentes a isso? Como podemos, dentro de um contexto social com tantas desigualdades, nos preocuparmos apenas com a manutenção da nossa própria espiritualidade? Será que fomos chamados apenas para pregar o Evangelho sem ter o compromisso de também contribuir de forma prática com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária? Algo está errado não acha?
Marido da Elza. Pai do Gabriel. Pastor na Comunidade Cristã Redenção. Alcançado pela infinita graça de Deus.
21 de junho de 2015
A ditadura do relativismo.
PS: ninguém pode questionar este
texto, afinl de contas essa é MINHA PERSPECTIVA sobre o momento atual. O que
posso dizer: bem vindo ao mundo das incoerências pós-modernas!
Marido da Elza. Pai do Gabriel. Pastor na Comunidade Cristã Redenção. Alcançado pela infinita graça de Deus.
19 de junho de 2015
Todo pastor é ladrão!
Quantas vezes já ouvi isso, vindo
de todo tipo de gente. Na cabeça de uma quantidade grande de pessoas TODO
PASTOR É LADRÃO! Alguns até dizem: “quer ficar rico, abre uma igreja!”. Pois bem,
sou pastor já faz um tempão, trabalho prá caramba, pois tenho que cuidar de
duas igrejas locais e dar supervisão a outras, além de ser responsável por um
projeto social que demanda muita atenção e dedicação, e mesmo assim, até agora
não fiquei rico (e nem tenho isso como propósito de vida, que fique claro!) e o
mais engraçado é que conheço um número enorme de pastores (a maioria prá falar
a verdade) que também não ficaram ricos. Ao contrário, muitos se sacrificam pelo
trabalho que são responsáveis. Mas porque uma minoria de pastores enriquece as
custas dos fiéis de sua igreja, dai vem as generalizações, que por si só são
estúpidas. É mais ou menos achar que porque um médico atendeu a gente mal,
nenhum médico presta, ou porque um pasteleiro nos vendeu um pastel de vento,
todo pasteleiro é mal-intencionado. Mas como clichês tem o poder de quebrar a
capacidade de reflexão de muitos, continuamos ouvindo que todo pastor é ladrão
e que igreja é um bom negócio. Para aqueles que pensam assim, tenho uma
sugestão: abra uma igreja e veja se é tão fácil como pensa! Pensa um pouquinho
antes de propagar uma visão preconceituosa e esteriotipada de um grupo de
pessoas que, em sua maioria, não desejam mais do que fazer aquilo que creem que devem fazer! A
exceção nunca será a regra! Pense nisso!
Marido da Elza. Pai do Gabriel. Pastor na Comunidade Cristã Redenção. Alcançado pela infinita graça de Deus.
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