31 de dezembro de 2011

Que mancada!

         Mano, tive a infelicidade de ver agorinha, no youtube a performance do Pregador Luo no Caldeirão do Huck. Muito ruim! Que música é aquela, pela amor de Deus! O cara tem um tanto de música boa demais e que podem transmitir o Evangelho de Jesus (não uma mensagem "positiva", porque prá isso temos o Walter Mercado. Lembra dele?) e daí vai lá e canta "Som pro Verão". Jesus toma conta! Parece que vale tudo só para aparecer na TV. Só falta levar o cartaz: MÃE, OLHA NÓIS NA GLOBO!! 

Adeus Ano - Velho!

Adeus ano - velho! Feliz ano - novo!
Que tudo se realize no ano que vai nascer.
Muito dinheiro no bolso, saúde prá dar e vender!

É isso aí, tá chegando o ano – novo! Para mim, que moro no litoral paulista, isso representa praia suja, lotada de paulistano sem noção e um trânsito infernal. Mas fazer o que, eles também merecem ser felizes! Mas não custava nada manter a praia limpa, né! Mas deixando as queixas de lado, vamos ao motivo real deste post: os rituais de final de ano! Cara é muito interessante observar a quantidade de coisa que as pessoas inventam para garantir um novo ano melhor. Coisas como: pular sete ondas; vestir amarelo ou branco; comer lentilha; colocar semente de uva dentro da carteira, entre outras. Chega a ser engraçado o comportamento humano nesta época do ano!
E é claro, nós que fomos salvos em Cristo, também temos as nossas superstições evangélicas. Aliás, tenho percebido que ainda somos um povo um pouco místico e supersticioso. Não pulamos sete ondas e nem comemos lentilhas, mas para alguns, se não começarmos o ano novo dentro de uma igreja (de preferência de joelhos), tá garantido um ano cheio de maldição e problemas. Tem aqueles casos mais bizarros ainda, que durante o ano todo, só pisam na bola com Deus e quando chega o dia 31 de dezembro, colocam no facebook e no twitter (confessionário gospel), frases de agradecimento a Deus pelo ano que passou (agradecer o que? A oportunidade de pecar bastante! Sem noção!), como se isso fosse limpar a barra deles perante o Criador. Mas o pior caso de todos, em minha opinião: os que começam o ano determinando coisas para Deus (tipo oração forte!). Mano, esses são os mais sem noção de todos! O que essas pessoas fazem, mais parece reza brava! Misticismo total!
Bem, dito tudo isso, vai a minha receita para um final – começo de ano legal: esteja junto de bons amigos; aproveite a boa comida que é servida neste dia; não vá à praia se você estiver no litoral; de maneira nenhuma ligue a televisão na Rede Globo; tome cuidado ao voltar para casa, e principalmente, CONTINUE FIRME na presença daquele que é o Senhor da sua vida nos 365 dias do ano! Fazendo isso, não tem como o ano de 2012 ser ruim para você! Um abraço a todos! Feliz Ano – Novo!

30 de dezembro de 2011

Check - List 2012.


- Avaliações: OK
- Reconhecimento de pontos fortes e fracos: OK
- Metas: OK
- Planejamento: OK
- Agenda: OK
- Resultados: totalmente na dependência de Deus!

“O homem pode fazer planos, mas a resposta e o resultado certos sempre virão da boca de Deus”
(parafraseado da Bíblia)

A boa e velha mania de grandeza!

Caramba, porque andamos tão contaminados pela megalomania (mania de grandeza)! Sei lá, isso é muito estranho para mim. Porque eu acredito no poder da simplicidade e creio que uma verdadeira compreensão do Evangelho nos conduz a um estilo de vida simples. A sensação que eu tenho, é que a igreja brasileira começa a reproduzir os mesmos erros que levaram a igreja americana ao declínio espiritual. Esses comportamentos são sutis, mas aos poucos vão tomando conta de tudo. Estou falando da ênfase excessiva na teologia da prosperidade, da hiper  - valorização dos ícones evangélicos, da aproximação perigosa com as grandes mídias, da mistura equivocada entre política e cristianismo, entre outras coisas. Creio que isso tem relação com o desenvolvimento econômico e social brasileiro. Se nos tornamos um promissor mercado consumidor, precisamos também de religiões de consumo para sanar essa necessidade existencial capitalista. Isso tudo pode parecer mera divagação, mas pare para pensar e veja se algumas dessas coisas não são reais. Minha preocupação é que esse tipo de pensamento afeta a nossa forma de ser igreja e é aí que reside o grande problema. Deixamos de ser loucura para o mundo, para nos tornarmos os descolados da vez. Saímos das catacumbas, para nos perdermos dentro do palácio. Esquecemos-nos (mesmo que temporariamente) da nossa morada celestial, para investir pesado em nossos pequenos reinos aqui na Terra. Construímos igrejas, mas não implantamos o Reino. É claro que esses problemas exigem medidas imediatas, senão o doente vai parar na UTI. O primeiro passo precisa ser dado: voltemos à simplicidade do Evangelho ensinado por um DEUS QUE SE VEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS! Quer maior demonstração de simplicidade do que essa!    



Ainda existe uma Cruz.

Eu ando meio cansado ultimamente e até um pouco indignado! Eu não sei ao certo quando isso começou e por quanto tempo isso durará, mas o fato é que eu não aguento mais ouvir as mesmas coisas sempre! Clichês evangélicos repetidos a exaustão. Pregações que mais parecem palestras ruins de autoajuda. Mensagens ministradas para acalentar o sentimento humanista que grita dentro de cada um de nós. Gritos de guerra e declarações de êxito que de fato não produzem nada! Particularmente, me arrependo das vezes que agi assim e fico muito chateado quando ainda faço isso. Por isso, tenho me exposto à correção de Deus, pois eu não quero ter lábios contaminados pela banalidade que assola alguns segmentos da igreja de Cristo nesses dias. Meu cansaço provém daí! Da palavra pregada sem poder. De um Evangelho sem a centralidade da cruz! De uma mensagem focada nos resultados e não na glória extravagante do nosso Senhor! A todos que leem, quero dizer algo: AINDA EXISTE UMA CRUZ! Parece brincadeira ter que dizer isso, pois ela é o centro do Evangelho, mas nós a colocamos num canto das nossas igrejas, para que ela não incomode ninguém. Senhor tem misericórdia de nós! Veja bem, isso não é uma declaração arrogante e perfeccionista de alguém que se acha acima dessas coisas. Na verdade é mais uma confissão de alguém que faz parte disso tudo e que deseja desesperadamente uma mudança, que eu sei, começa em mim e no reconhecimento dos meus próprios erros. Então, não fique de pé e sim de joelhos e clame pela mudança, pois precisamos dela urgentemente!

De que lado você está?


Existem coisas que são diametralmente opostas e completamente diferentes. Mais parecem universos paralelos! Estou falando da vida de Deus (Zoe) e do mundo (sistema dominado pelo pecado). Literalmente são água e óleo, ou seja, não se misturam! Por isso, toda tentativa de unir estas duas realidades não passa de insanidade e abominação. Diante dessa questão, precisamos nos posicionar e decidir de qual lado estamos: luz ou trevas, pois não existe meia – luz na realidade espiritual. Por mais duro que isso possa parecer, esta verdade tem origem nas próprias palavras do Mestre: “quem comigo não ajunta, espalha. Quem não é por mim, é contra mim”.
Entender isso definirá nosso destino e por mais que possamos tentar nos iludir, ninguém entrará no Reino dos Céus amando mais as trevas do que a luz. E para aqueles que encontram desculpas como: “Quem me julga é Deus ou Deus conhece meu coração”, quero dizer algo extremamente sério e perturbador: você está certo! Deus é quem julga e o seu julgamento é baseado na sua PALAVRA e na RETIDÃO do seu caráter e Ele de fato conhece o seu coração e por isso não pode ser enganado por desculpas e justificativas vazias e hipócritas!
Escrevo isso por um alguns motivos: zelo pela Palavra e pela santidade de Deus e por perceber que muitos têm brincado de ser “crente”, achando que podem desprezar a glória de Deus, vivendo segundo as inclinações da sua própria carne. Vivem em cima do muro, arriscando assim a sua eternidade!  A todos os que lerem este desabafo, lembrem-se: Deus é amor, mas isso não anula a justiça e o juízo! Deus definitivamente não suporta um comportamento pecaminoso e no tempo oportuno o condenará!

29 de dezembro de 2011

O mundo não vai acabar! O ano de 2011, sim!


Sempre que um novo ano começa, surgem com ele novas esperanças e novos sonhos. É comum fazermos planos e traçarmos objetivos para o novo período que se inicia.  Enfim, a chegada de mais um ano surge para nós como a possibilidade de um novo recomeço.
O ano de 2012 esta aí (fique tranquilo, o mundo não vai acabar. E se acabar, para você cristão, é apenas o começo de uma bela jornada ao lado de Deus). Trezentos e sessenta e cinco dias disponíveis para nós, para neles construirmos algo significativo. Mas para que isso aconteça, são necessárias algumas coisas, que são:

1.    Nunca deixar de sonhar, pois os sonhos são o antepasso da conquista.

2.    Nunca deixar de trabalhar em função dos sonhos, pois o trabalho é que concretiza os sonhos.

3.    Nunca deixar de depender de Deus para que os sonhos se realizem, pois a dependência de Deus é que dá significado as vitórias.

Se aplicarmos estas três verdades em nossas vidas, seremos sem dúvida alguma alcançados pela provisão de Deus e provaremos assim de um ano maravilhoso. Creia nisso e vamos juntos cumprir os propósitos de Deus e assim provarmos de um tempo de abundância, em nome de Jesus!

Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e Ele tudo fará. (Salmo 37: 4 – 5)


A Loucura da Pregação


Hoje, conversando com minha esposa linda, chegamos a seguinte conclusão: a beleza do Evangelho reside exatamente no fato dele dar um nó no pensamento secular. A Palavra de Deus é paradoxal, intrigante, misteriosa, forte, revolucionária, reflexiva, suave, doce e reconfortante. Tudo isso ao mesmo tempo! É isso que a torna tão maravilhosa.

Quando ela nos leva a crer na Trindade, quando ela nos ensina que é morrendo que se vive, que é perdendo que se acha e que apesar da diferença brutal entre um Deus Santo e nós, meros pecadores, ainda assim podemos nos relacionar com Ele por causa do seu amor incondicional manifestado em Cristo, este Evangelho confunde o mundo, inverte a lógica secular e revela ao ser – humano que deseja entender, o propósito de Deus. Isso é lindo e essencial!

Mas quando transformamos esta mesma Palavra em um mero discurso, mais parecido com palestras de autoajuda, centrado nas necessidades humanas (eu determino; eu quero; eu conquisto; eu prospero; eu preciso e outros “eus” que existem por aí), tirando Cristo do centro da nossa pregação, então o poder se esvai e já não existe graça na Graça Maravilhosa de Deus. Voltemos ao Evangelho, à loucura da pregação! Aquele Evangelho que confunde os sábios, confronta os pecadores, atrai opositores, mas nunca deixa de anunciar a única mensagem que importa, a saber: Cristo em nós, esperança da glória!

28 de dezembro de 2011

Uma Simples Oração


         Deus, eu sei que as orações mais importantes não são as que são escritas ou faladas e sim aquelas que saem de um coração que anseia pela sua presença. De uma alma desesperada por ouvir as palavras de vida que saem da sua boca. É assim que eu me encontro hoje! E acho que não apenas hoje, mas a maior parte da minha vida! Contemplar a tua face e encontrar em Ti sentido e razão para minha existência é o que eu procuro. Sei que nesse caminho, muitas vezes eu me perdi. Não me desviei, mas me perdi. Coisas sem importância se tornaram importantes, mas o Senhor sempre me trouxe de volta para o caminho. Reconheço minhas fraquezas e até mesmo a minha incredulidade e luto dia-a-dia para que nada disso me vença e me afaste do Senhor. Faço isso, confiando no seu imenso amor e misericórdia por mim. Eu sei que o Senhor me ama!

Por isso tomei uma decisão para toda a minha vida, é assim que eu desejo viver: buscando ao Senhor, mesmo quando não o sinto nem o vejo, amando a Ti e a tudo que do Senhor procede acima de qualquer outra coisa. Buscando entender os seus desígnios, permitindo que o Espírito Santo confronte minhas imperfeições e valorizando a cada segundo da minha existência a grande Graça que me alcançou! Te amo, meu Deus e meu Salvador! Esta é a minha oração, em nome de Jesus!

27 de dezembro de 2011

Metanóia


Ando muito pensativo, mais que o normal. Creio que isso se deve intenso trabalho de Deus em minha vida nestes dias. Se me perguntassem qual a palavra que melhor define o ano de 2011 para mim, eu diria: metanóia (mudança de mentalidade). Confesso que não é fácil mudar, principalmente quando se tem um certo tempo de conversão (mais da metade da minha vida. São 23 anos na presença de Deus!) e quando carregamos sobre nós alguma função eclesiástica (no meu caso, bispo. Chique, né! Rsrs).
Mas, o que seria da vida cristã se ela fosse estática e engessada? Como podemos nos conformar em viver sempre do mesmo jeito, com as mesmas opiniões e atitudes, servindo a um Deus cuja multiforme sabedoria não é possível ser expressa em palavras? Por isso, particularmente digo sim e amém a todo confronto de Deus em minha vida, que tem por objetivo mudar a minha maneira de pensar, agir, ser e que também afeta a meu entendimento sobre a obra do Reino de Deus e o meu papel nesta obra.
Não me envergonho em ser confrontado por Deus e nem ao menos desejo nada diferente disso, porque eu sei que agindo dessa forma, caminho mais rápido em direção aos propósitos dEle. E para falar a verdade, essa é a única coisa que é importante para mim! 

Estabelecendo Prioridades Corretas


                O mundo moderno nos oferece muitas oportunidades, e por causa disso, muitas vezes invertemos nossos valores, passando a viver em função de prioridades incorretas. Deixamos que os nossos próprios desejos definam nossa conduta e isso acaba por nos afastar de Deus e da sua vontade. Como conseqüência disso, somos atacados nos nossos relacionamentos familiares e começamos a retroceder no nosso compromisso com a obra de Deus, perdendo assim o verdadeiro sentido da vida.
Se permitirmos que os nossos desejos nos dominem, seremos eternamente escravos deles. A solução para este problema se encontra na transformação da mente pela ação da Palavra e do Espírito Santo de Deus. Deixaremos de desejar as coisas do presente século quando começarmos a desejar a presença de Deus e descobrirmos que não existe nada melhor do que um relacionamento íntimo com Ele.   

É PIC!

Hoje é o aniversário do Ton, e estou invadindo aqui o blog dele para fazer uma declaração de amor.
Lembro exatamente o dia em que a gente se conheceu , no ano de 1995. Conversamos uma tarde inteira e nem percebemos. E até hoje é assim né , a gente ama bater altos papos e posso me orgulhar de dizer que você é o meu melhor amigo e a pessoa que me entende muitas vezes melhor do que eu.

Ton, eu sou de fato uma admiradora sua. Admiro sua honestidade com você mesmo e com as pessoas. Admiro a forma ardente em que você ama a Deus e permite que Ele toque a sua vida.
Admiro sua competência e capacidade de fazer coisas, assuntos e pessoas se desembaraçarem.

Além disso tudo, me divirto à beça com esse seu estilo colérico-fleumático de ser. Os comentários sarcásticos que eu rachooo de rir ( confesso que às vezes te faço uma pergunta ou  um comentário sobre um assunto polêmico só pra esperar o “discurso” e rolar de rir kk). Me divirto com a idéia de que sou a única que conheço o seu lado mais dengoso ( vixi isso vai render tiração), quando a maioria só conhece o Bispo Ton bravão! Você é realmente idêntico ao GRU ( Meu Malvado Favorito), faz aquela panca de bravo, mas só eu sei que você é muito,mas muito mais paciente e compreensivo do que a “boazinha”aqui. 
E  isso me dá a deixa pra dizer umas das coisas que mais admiro em você: Sua capacidade de acreditar nas pessoas, a ponto de dedicar a elas a sua vida. E eu sei que num primeiro momento você faz isso por causa do Senhor. Mas você de fato aprendeu a respeitar o ser humano com suas falhas e potenciais. Como você mesmo sempre diz, Deus precisou te humilhar muito pra você aprender isso, mas posso ver que o pesado investimento de Deus valeu a pena. Ele te fez de fato um pastor.
Vejo isso começando dentro de casa pela maneira em que você prefere a mim e ao Gabriel em honra. E depois vejo isso se refletindo na maneira em que você vai pensando e gerindo o rebanho preocupado em não gerar filhinhos mimados, mas um povo maduro, responsável e comprometido.
Deus te deu talento e potencial que poderia te dar muitas opções na vida, como ser professor de universidade, que era uma vontade sua. Mas graças a Deus que você soube escolher a melhor parte. Não há nada melhor do que render nossos dons  Àquele que nos deu.

Por essas razões e por muitas outras, te admiro e sou sua fã, mas vou parar por aqui porque isso tá virando um testamento!
Enfim mor, tu é o cara! Sou muito abençoada por ter casado  com você.
Depois perguntam porque eu vivo sorrindo...
TE AMO.
Sua costela:
ELZA

26 de dezembro de 2011

Blasfêmia!

-Blasfêmia: (do grego blas – phêmia, ofensa ou calúnia). Ofensa verbal à divindade. As blasfêmias, porém não se limitam as palavras. Um gesto desonroso pode constituir-se também num insulto ao Senhor. Enfim, é tudo aquilo que busca ofender a glória do Todo – Poderoso. (Dicionário Teológico – CPAD)

                Eu não sei quantos ao certo já pararam para pensar no real conceito de blasfêmia. Creio que, às vezes, minimizamos nosso entendimento sobre este assunto, acreditando que blasfemar é apenas direcionar palavras ofensivas a Deus. É claro que isso também é blasfêmia, mas existe uma forma mais sutil desse pecado se manifestar e que muitas vezes é ignorado por nós, os cristãos. Para exemplificar o que eu quero dizer, o sacrifício defeituoso dos sacerdotes citado no livro de Malaquias é uma boa ilustração do ato de blasfemar.

Para mim, blasfemo é todo aquele que comparece perante o Todo – Poderoso apenas com as suas migalhas (tempo; prioridades; devoção; dinheiro; etc.) e julga que apenas as suas sobras são suficientes para Deus. Tratam a Deus como alguém de segundo escalão, menos digno que trabalho, namoro, estudos, vida social, e principalmente, menos importante que as suas próprias vontades carnais. Esse tipo de gente atrai para si juízo de Deus, porque, literalmente, de Deus não se zomba!

Penso que devemos pregar contra este tipo de comportamento em nossas igrejas, mesmo que isso nos custe caro. Devemos ser uma voz profética nesta geração, declarando que perante o Rei, não podemos comparecer de mãos vazias, com uma atitude leviana e irreverente, comum àqueles que estão desviados e indiferentes com relação a graça salvadora e mesmo assim se portam como pessoas que prestam um favor a Deus indo cultuá-lo, e não como alguém necessitado de lançar cinzas sobre sua cabeça e vestir-se de pano de saco.

Ou percebemos o grande abismo que nos separa da maravilhosa santidade e perfeição de Deus e que somente pode ser compreendida por nós pecadores através da graça e do amor dEle, ou vamos edificar uma igreja completamente desvinculada da verdadeira revelação, contaminada pela soberba e pela blasfêmia. Despertemos depressa, enquanto ainda há tempo. À Deus toda honra, glória e louvor!!!!

25 de dezembro de 2011

Inventei um novo verbo!


Há muito tempo atrás, o então ministro do trabalho Antônio Rogério Magri, saiu com a seguinte pérola: “o salário do trabalhador é IMEXÍVEL.” Isso mesmo, imexível! Se ele pode criar uma palavra, eu também me dou esse direito. Só que no meu caso, estou criando um verbo. Pois bem, o verbo, que a partir de agora, passa a fazer parte da língua portuguesa é TOZEAR. Estou criando este verbo em homenagem ao pastor e escritor americano A. W. Tozer, devido a grande contribuição dos seus escritos em minha vida e na vida da minha esposa nestes dias. Isso não é idolatria. É somente uma homenagem, como já falei.  


Significado do verbo tozear: falar com simplicidade, clareza e profundidade sobre assuntos espirituais.


Conjugação do verbo:
Eu tozeio
Tu tozeias
Ele tozeia
Nós tozeamos
Vós tozeais
Eles tozeiam

Pronto! Está aí a minha grande contribuição a língua portuguesa! E é claro uma sugestão para aqueles cristãos que já estão cansados dos mesmos, falando as mesmas coisas: leiam um livro do Tozer. Vai te fazer um bem danado!

PS: se não conhece nem um título, veja no post “Livros na Estante” que eu indiquei um ou procure no Google, beleza!

24 de dezembro de 2011

Jô zomba da Bíblia!


Dizem que o Jô Soares, juntamente com Tom Zé e o Moraes Moreira, zombaram da Bíblia no programa de entrevistas do mesmo. Algumas coisas me incomodam nisso: porque tem gente que ainda vê o Programa do Jô? Meu, é uma das coisas mais chatas da TV brasileira (equivalente ao Altas Horas do Serginho Groismann). Outra coisa que eu não entendo é porque estamos dando tanta importância ao que o Tom Zé fala, porque não sei você, mas eu não entendo o que ele fala e muito menos o que ele diz que canta! Vai fazer música ruim assim lá no raio que o parta!
Para falar a verdade, não me senti ofendido com o que eles disseram. Eles não entendem o espírito de revelação, por isso, a opinião deles e nada é a mesma coisa! O que se pode esperar de pessoas que não conhecem a Deus? Trevas falando mal da luz é algo totalmente normal. Luz se ofendendo com o que as trevas dizem sobre ela é sinal de imaturidade e falta de senso de valor.
Encerrando, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, continua assentado no Trono à destra de Deus Pai e não vai ser quem se assenta na poltrona do Programa do Jô quem vai mudar isso. 

Eu odeio a religiosidade!

Karl Marx dizia que a religião era o ópio do povo. Num certo sentido, ele tinha razão, pois o mal uso da mesma, que se converte em religiosidade, não é apenas o ópio, mas a desgraça do povo e a falência da verdadeira espiritualidade. Eu odeio a religiosidade! Por que carrego este sentimento tão áspero e agressivo com relação a ela? Explico: em primeiro lugar porque religiosidade destrói a capacidade humana de descobrir o verdadeiro sentido de devoção. Tira-se o foco de Deus em sua  Majestade e Glória e o canaliza para os aspectos externos da fé cristã. Rituais passam a ser mais importantes do que amor e entrega. Em segundo lugar, a religiosidade cria uma hierarquia religiosa, como forma de controle e coação. Ignora-se o princípio do sacerdócio universal, levando as pessoas a dependerem excessivamente de outros homens, feitos de carne e osso como qualquer um (autoridade e liderança nada têm a ver com isso). Por último, eu odeio a religiosidade porque ela ensina que é possível ao homem alcançar o favor de Deus pelo seu próprio esforço. Isso é uma afronta à doutrina da graça e a soberania de Deus. Para deixar bem claro: EU ODEIO A RELIGIOSIDADE e tudo que é gerado por ela. Tudo isso, ao invés de aproximar o ser-humano de Deus, apenas o afasta e cada vez mais o conduz as trevas. Você quer ser um cristão religioso? Eu, com toda certeza não quero! 

Coisas Irritantes


Sabe, eu gosto de listas. Elas me divertem, me fazem rir, me deixam injuriado. Sei lá, é uma dessas banalidades da vida que me despertam interesse. Tipo aquelas listas dos dez melhores momentos esportivos do ano; as 20 coisas que não se devem fazer numa festa de casamento, as 100 maiores invenções da humanidade, etc.
 Eu também tenho as minhas listas e gostaria de compartilhar uma delas aqui neste blog. Eu sei que isso não tem a menor importância para quem lê, mas mesmo assim não deixa de ser algo legal de se fazer. Vamos lá. Quero compartilhar a lista das 10 coisas mais irritantes para mim. Algumas sérias, outras nem tanto, mas todas pertencentes à mesma lista, afinal de contas, nem só de coisas sérias o homem viverá, certo!


01. Coca- Cola sem gás: como pode uma bebida tão sensacional, quando fica sem gás, se tornar um xarope intragável!

02. Crente Ki Suco: esta é a definição que eu utilizo para crente artificial (nada mais artificial que aquele suco em pacote chamado Ki Suco que deixa a língua da gente manchada por uma semana!). Não existe nada mais irritante que esta espécie. Me ajuda a aguentar Jesus!

03. Twitter: nada contra esta rede social em especial, mas contra o uso que se faz dela. Ninguém quer saber a hora que você está indo ao banheiro, ou o que você comeu no almoço! Se toca!

04. TV sem controle remoto: mano, televisão sem controle remoto e nada é a mesma coisa. E se algum homem discordar disso, a sua masculinidade deve ser questionada!

05. Paulistano de férias no litoral: só quem mora no litoral entende o que eu estou dizendo. Inconveniência é pouco. 

 06. Filmes longos: eu não suporto filmes com mais de 120 minutos de duração. Sei lá, eu entro num estado de angústia profunda e me pergunto: porque este filme não acaba nunca? (ex: Titanic; O curioso caso de Benjamin Button; O resgate do soldado Rian; etc)

07. Remakes: tem determinados filmes que nunca poderiam ser “profanados” com uma regravação. É mais ou menos assim: só existirá um Daniel Sam e um Mestre Miagy (não sei se é assim que escreve). Filho do Will Smith é profanação pura!

08. Ingratidão: todas as vezes que preciso lidar com este problema fico profundamente irritado. Quem não tem memória, não tem nada. Todo ser - humano ingrato é um tremendo de um Zé Ruela. E tenho dito!

09. Retrospectiva de fim de ano: parece incoerência para quem gosta de listas, mas eu não sei porque eu não aguento essas retrospectivas e nem programas de fim de ano tipo da Xuxa, show do Roberto Carlos, missa do Galo entre outros.

10. Galvão Bueno: esse não podia faltar, não é mesmo! Como se não bastasse ter que aguentar esse ser narrando futebol e fórmula 1, agora ele também vai narrar lutas do UFC. Com certeza essa Rede Globo é do mal! 

Ufa! Acabou! Assunto totalmente sem importância, mas tão bom de escrever. O bom de ter um blog é isso. Você pode postar nele o que você quiser! Até  bobagens como essa.

22 de dezembro de 2011

Sobre as inquietações da alma


Sempre carreguei uma série de inquietações dentro de mim. E foram estas inquietações que me levaram a buscar a Deus quando eu tinha apenas 15 anos. Eu pensava: se Deus existe, quem Ele é? Quem eu sou para Ele? E procurando respostas para estas perguntas, encontrei uma pessoa: Jesus Cristo, meu Salvador!
Mas as inquietações da alma continuaram, mas o foco mudou. E assim eu levo a vida: querendo compreender os caminhos de Deus; refletindo sobre as minhas imperfeições; questionando as coisas à minha volta. Para muitos, isso é perda de tempo. Para outros é rebeldia e desejo de polemizar. Para mim, é a forma como eu me relaciono com Deus e com o mundo a minha volta. Confesso, sou um cristão relutante e às vezes incrédulo. Por isso, peço a Deus constantemente que me ajude a crer e confiar. Não me aparto dele nem um minuto sequer, porque conheço as minhas limitações e as minhas fraquezas. E mesmo quando não o sinto, eu sei que ele está presente, pelo simples fato de ter me prometido isso em sua Palavra.
Eu não sei se essa é a melhor maneira de viver a vida cristã. Gostaria de ser diferente, menos reflexivo, mais fervoroso e crédulo, mas infelizmente não sou assim. Vivo lutando contra os meus gigantes, sempre esperando que a mão de Deus conduza a pedra até a testa deles. É assim, nessa dependência absoluta de Deus que eu persevero na minha caminhada cristã, confiando na graça, na misericórdia e no amor de Deus por minha vida. Inquieto sempre. Indiferente nunca!

O que eu penso sobre os Títulos Eclesiásticos!


Tem assuntos que pouco me importam e por isso não dou muita atenção a eles. Um desses assuntos é o uso de títulos eclesiásticos, tais como: pastor; bispo; apóstolo; missionário; etc. Na verdade estou postando meu pensamento sobre este tema, devido a um pedido específico da minha esposa. Não espero que as pessoas concordem comigo, por se tratar de algo polêmico e delicado, mas vão aí algumas considerações pessoais (insisto que elas são pessoais!):

1.       Um título é uma forma de definir papéis e funções dentro de uma instituição, de uma empresa e também dentro da igreja, por isso possuem importância didática e organizacional;

2.       Ao longo da História da igreja (inclusive no Novo Testamento) eles sempre existiram;

3.       Eles devem surgir como fruto do reconhecimento de uma unção específica de Deus sobre uma pessoa;

4.       Eles não são palavras mágicas capazes de abrir portas secretas para aqueles que o possuem. Também não tornam seus possuidores gurus evangélicos, pessoas que estão acima dos meros mortais;

5.       Não é um título que contamina o coração humano. Na verdade, é um coração contaminado pela cobiça, orgulho e soberba, que contaminam um título;

6.       Não devemos nos relacionar com as pessoas baseados nas funções e cargos que exercemos, pois no Reino somos todos iguais (isso não invalida o princípio de autoridade);

7.       Pessoas que criticam exaustivamente outras pessoas devido ao título que esta possui, em minha opinião, são pessoas com o foco errado (me perdoe se você é assim). O problema não está no título, mas nas motivações. Você pode ser um “ninguém” e mesmo assim ser um tremendo de um arrogante. Você pode ser um “querubim” e mesmo assim conservar a simplicidade do Evangelho;

8.        Continuo acreditando no poder do anônimo. Aqueles cristãos que nunca vamos ouvir falar deles, mas que serão grandes instrumentos nas mãos de Deus (Atos está aí para comprovar minha tese);

9.       Não me importo se me chamam pelo nome (Welhington); apelido (Ton) ou pelo título (bispo). A única coisa que me importa é ser um obreiro aprovado;

10.   A minha unção e a minha conquista não são definidas por aquilo que dizem que sou.  Elas são fruto da Palavra de Deus empenhada ao meu favor;

11.   Título não é sinal de poder. Título é uma convocação ao serviço!

Pronto aí está! Não sei se minhas ideias sobre esse tema são claras, mas elas definem como eu reajo diante desse assunto tão controvertido. Acho que poderia resumir todos os onze pontos citados acima com uma frase:”importa que Ele cresça e eu diminua.” 

21 de dezembro de 2011

Uma Palavra: Gratidão

Interessante como determinadas coisas podem nos trazer uma grande sensação de contentamento. Elas não precisam ser grandiosas, não precisam nos projetar pessoalmente e nem ao menos nos gerar algum tipo de benefício próprio. Elas somente precisam cumprir o seu propósito, que é glorificar a Deus. Por isso, hoje em especial, estou muito feliz, por mais um desafio vencido no cumprimento do meu chamado em Deus: implantar igrejas, formar líderes e alcançar vidas para o Reino. Tenho plena certeza que não existe nada que se compara a isso. Nenhuma outra alegria é maior do que a alegria gerada por causa da manifestação do Reino de Deus em nós e através de nós! Hoje, 21 de dezembro de 2011, nasceu mais uma igreja no estado de São Paulo, na cidade de Praia Grande. Depois de noves meses de semeadura, uma nova árvore nasceu. Glória a Deus por isso! É o início de um trabalho árduo, mas que vale muito a pena. Me sinto renovado, motivado e grato a Deus por me permitir mais uma vez implantar uma nova igreja. Os campos estão brancos e nós estamos totalmente dispostos a ceifar! O ano de 2012 promete grandes coisas!

20 de dezembro de 2011

Vende-se uma igreja!

Outro dia chegou aos meus ouvidos através de um discípulo aqui da igreja, que um pastor, presbítero ou sei lá o que, queria saber se eu não tinha o interesse de comprar uma igreja. Isso mesmo! Comprar uma igreja com tudo que tinha dentro, inclusive os membros. Tem base uma coisa dessas! É claro que isso precisa nos levar a refletir sobre a Igreja de Cristo e todas as aberrações relacionadas a ela que vemos por aí. Prá falar a verdade, eu sou meio “quadradão” neste assunto. Eu continuo acreditando que a Igreja é o Corpo Vivo de Cristo, responsável pela manifestação do Reino de Deus na Terra (algo que na verdade não somos dignos). Que igreja é a comunidades dos imperfeitos para que a perfeita graça de Deus se manifeste nela. Que ela parte fundamental (isso mesmo, fundamental!) na manifestação da espiritualidade cristã, pois é local onde somos tratados, ministrados, servimos e amadurecemos.
Além disso, creio que a Igreja de Cristo não é um organismo regido pelas regras desse presente século. Na verdade, ela é um organismo estranho, que o mundo fica o tempo todo tentando ignorar ou expulsar do seu meio. Se eles não concordam conosco, glória a Deus por isso! Significa que estamos no caminho certo. Mas, se de alguma forma, eles gostam demais de nós, é sinal que já nos assemelhamos a eles. Para encerrar, quero dizer também que não me sinto à vontade quando passamos a reproduzir dentro da igreja conceitos de mercado. Dá a sensação que a Palavra de Deus é mais um produto a ser vendido na grande prateleira da pós – modernidade. Deus e sua Palavra não precisam disso. Ele é capaz de atrair para si o homem perdido e desorientado, porque se lermos a Bíblia este é o papel do Santo Espírito. Eu mesmo não precisei de muita coisa prá me converter. Só alguém que foi em minha casa e pregou para mim. Simples assim!

19 de dezembro de 2011

Chama o Green Peace!

     
 Por favor, chamem o Green Peace ou qualquer outra entidade preocupada com a preservação da natureza! Isso que presenciamos na manhã de domingo, foi uma chacina, um ultraje! Espanhóis maldosos e sem coração! Mataram a baleia sem dó nem piedade ao vivo e a cores para todo mundo ver. E ainda deram sumiço em um ganso e numa calopsita (passarinho topetudo). Isso não se faz! (referência a final do Mundial de 2011 entre Barcelona e Santos)

Plim Plim!

Prá falar a verdade eu não vi. Sei lá, em nenhum momento me interessei de fato pelo acontecido. Penso que seja pela minha pouca espiritualidade, ou minha insensibilidade em perceber o grande momento histórico que estávamos vivendo. O fato é que eu não vi o FESTIVAL PROMESSAS da Rede Globo! Nesse momento, estava terminando de almoçar na companhia de pessoas muito queridas e amadas da cidade de São Sebastião - SP. Será que eu deixei de acompanhar o início de uma revolução? Bom, o que me resta é esperar para ver, mas a sensação que eu tenho é que amanhã, não será muito diferente de hoje. Continuarei na peleja da vida, crendo que o Rei de toda Terra não subiu nem desceu um degrau a mais em seu poder e majestade. Ele era, Ele é e Ele sempre será Deus e com toda certeza, não é uma mera (me desculpem pelo termo) aparição de evangélicos na odiada – amada Rede Globo que mudará isso. Não é a uma emissora de TV quem define até onde o Reino vai e muito menos o Ibope que estabelece nosso poder de influência. Conhecidos ou desconhecidos, ouvidos ou emudecidos, famosos ou anônimos, sempre fomos e sempre seremos o povo que Deus, em sua graça e misericórdia, escolheu para manifestar a sua beleza, glória e poder na Terra. Isso não é uma análise teológica sobre o fato e muito menos uma crítica aos que participaram do evento. É somente um lembrete para mim mesmo e a quem possa interessar que não é isso que define nosso poder de influência e sim a nossa capacidade de viver e morrer para Ele. Se isso é mais uma porta aberta para a evangelização ou apenas um bom banquete servido pelo rei, o tempo irá dizer. 

17 de dezembro de 2011

Sobre dor e sofrimento.

A dor marca, mas transforma permanentemente e nunca podemos nos esquecer disso. Creio que era isso que Paulo queria expressar quando falou sobre espinho na carne. Ninguém gosta de sofrer, mas precisamos reconhecer o papel fundamental que a dor exerce em nossa espiritualidade. Quando nos sentimos fracos e vulneráveis e ficamos expostos aos nossos medos, imperfeições, pecados e sentimentos distorcidos, surge então, a grande oportunidade de uma revolução interior. É nesse momento que o velho homem começa a ser derrotado, dando lugar à ação do Espírito Santo e isso, na maioria das vezes (se não todas às vezes), passa pela dor gerada por um espinho na carne. De uma forma paradoxal, a fraqueza se converte em força, a morte gera a vida e o sofrimento produz alegria. Por isso, se hoje me perguntam qual o momento mais importante na minha vida cristã, eu digo que foi o exato instante em que eu me rendi e fui completamente derrotado pelo Espírito Santo e por causa disso, a oração que nunca se aparta dos meus lábios é aquela pedindo que Deus nunca me permita esquecer esta verdade libertadora. Que Ele cresça e que eu diminua!


15 de dezembro de 2011

Eu não sou Ágape!

Dia bonito lá fora, temperatura agradável para quem mora no litoral e eu me preparando para sair, então tive uma “epifania”. Cheguei a seguinte conclusão: eu não sou Ágape! É duro reconhecer isso, mas eu preciso fazer, e para falar a verdade eu nunca cheguei a ser! Essa declaração, que soa mais como um desabafo, ocorre pelo simples fato da minha incapacidade de corresponder as expectativas do Ágape, pois ele é muito exigente (na verdade, na minha opinião, é impossível ser Ágape de fato). Pois é, agora tenho que lidar com esta dura realidade, de não conseguir ser aquilo que eu gostaria de ser. Mas para falar a verdade, quem consegue? Mais uma vez eu digo e pela última vez: eu não sou Ágape, porque acredito que somente ELE É ÁGAPE! Apenas o EU SOU é capaz de amar incondicionalmente e sacrificialmente e por isso, apenas Deus pode, em sua plenitude e perfeição, manifestar esta forma de amor (ágape). O que me resta, como ser-humano pecador e imperfeito é refletir, às vezes de uma forma tosca e distorcida, este amor perfeito que vem do Trono de Deus.


Quem ela pensa que é?

Dois dias atrás, fui a uma formatura da responsável pelo ministério infantil da igreja (Dani Santana). Ele concluiu o curso de 1 ano da APEC (Aliança Pró-Evangelização das Crianças), então eu, a Elza e o Gabriel fomos prestigia-la. Foi muito bom ver o esforço e a dedicação da Dani (que aliás, arrebenta no ministério infantil) ser condecorado com a formatura. Mas na verdade o que me chamou muito a atenção (além da precisão do GPS em me levar exatamente no local solicitado) foi a preletora da noite. Ela, uma linda senhorinha, missionária da APEC há 52 anos (isso mesmo, 52 anos!!!), estava pregando com tanto entusiasmo e amor que os seus olhos brilhavam! Ela falava sobre evangelização de crianças. Coisa mais linda de ver! Isso me fez refletir sobre algumas coisas muito importantes:


1.       O Reino de Deus precisa dos grandes homens e mulheres de Deus (John Piper os chama de montanhas). Mas, sem dúvida, os heróis sem nome são os que fazem a rodar girar! Palmas para eles!

2.        Quem tem paixão pela obra, não se sente limitado por idade, sentimentos, falta de recursos ou qualquer outra coisa. Essas pessoas sabem quem Deus é e o que Ele pode fazer.

3.       Fazer o que Deus nos manda fazer é a única coisa que importa. Não podemos nos esquecer: Ele tem algo especial e reservado para cada um de nós.

Enfim, segunda-feira foi um dia muito bom. Pude aprender um pouco mais sobre a vida com Deus com esta preletora abençoada. Se me perguntarem o nome dela, eu não sei qual é. Mas uma coisa eu sei: gostaria de chegar a minha velhice com o mesmo brilho no olhar dessa senhorinha simpática.

14 de dezembro de 2011

Outra nota de agradecimento



     Quando postei a primeira nota de agradecimento, tinha acabado de chegar de um culto muito especial na igreja. Tínhamos lá, em torno de 400 pessoas adorando a Deus e celebrando a colheita que o Senhor nos deu no ano de 2011, porque como igreja, precisamos reproduzir na Terra aquilo que acontece no céu. Neste caso, alegria por ver pessoas salvas (existe alegria no céu quando um pecador se arrepende). Debaixo deste sentimento, expressei minha gratidão por Deus ter me dado a chance de participar da obra do Reino.Neste post, quero agradecer a pessoas que de uma forma ou de outra abençoaram a minha vida em algum momento dela. Citarei alguns nomes, sabendo que corro o risco de me esquecer de alguém (sei lá, a minha memória não anda muito boa), mas mesmo assim vou arriscar. Lá vai:


- Bp. Geraldo (e agora a agregada da Cleide. rsrs), Rodrigo Xavier, Maurício (Alemanha), Hernando e companhia ilimitada. Esses e outros irmãos foram muito importantes para mim no início da minha conversão e tenho um enorme carinho e respeito por eles, apesar de hoje não ter tanto contato com a maioria. Foram e são grandes amigos.

- Prs. Alex e Débora. Apesar da distância, continuam amigos próximos.

- Aps. Alexandre e Cândida. Tenho por eles gratidão eterna. Acreditaram em mim, quando talvez muitos não acreditariam.


- Aps. Túlio e Cláudia. Não busco perfeição em um líder. Busco nele o caráter de Cristo e isso eu encontro no Tulião e na Cláudia.

- aos jovens de Curitiba, que sempre nos amaram incondicionalmente. Citar o nome de alguém seria injusto com o restante. Amo vocês!

- Pedro e Andréia. Abriram as portas da cidade de São Vicente para mim e para a Elza e hoje vivemos no melhor lugar do mundo para se viver e pastoreamos uma igreja linda. Obrigado pelo investimento!

- a minha equipe de trabalho ministerial (homens; mulheres e jovens). Todos vocês, sem exceção, revelam a graça e a misericórdia de Deus em nossas vidas. Obrigado por confiarem e acreditarem em nós (apesar de todas as loucuras!).

- Prs. Jaison e Fernanda. Novos amigos, que já guardam um lugar muito especial em nossos corações. Amamos vocês!

                Bom é isso aí! Lista grande, mas que, com certeza, caberiam muitas outras pessoas. Mas como disse no início, talvez tenha me esquecido de alguns. Me perdoem se isso aconteceu. Mas minha intenção com este post não era apenas citar nomes, mas expressar gratidão! Deus abençoe a todos!

13 de dezembro de 2011

Confissões pastorais

É difícil, mas preciso abrir meu coração. Sei que este não é o meio mais apropriado (a internet), mas nesse momento é o que me resta. Dói ter que encarar a realidade e ter que lidar com os olhares e comentários alheios, mas eu preciso fazer isso. Eu preciso confessar que:

1.       Amo as banalidades da vida, tipo acompanhar campeonato de futebol, que segundo o filósofo futebolístico Milton Neves, entre as coisas menos importantes da vida, o futebol é a mais importante! Essas coisas desnecessárias, mas extremamente divertidas me fazem um bem danado!

2.       Sou adepto do ócio criativo. Dias reservados para não fazer absolutamente nada, apenas sentar e relaxar. Moro na beira da praia. Tem lugar melhor prá fazer isso!

3.       Detesto academia de ginástica e musculação. Para mim, esses lugares parecem locais de tortura chinesa. Sofrimento garantido e quem sabe algum retorno que valha a pena (pensamento de obeso).

4.       Gosto de gente divertida, porque gente que não sabe rir e se divertir me assustam. Acho que tenho uma fobia de gente séria demais (vou chamar de chatofobia).

5.       Tenho vários medos, entre eles estão: pombos (um bicho que tem um coco ácido deve ser temido); o pica – pau do desenho (não é exatamente um medo, mas o pica-pau é do mal, por isso deve-se manter uma certa distância dele); bungee jump (meu Deus, qual a mente insana inventou um troço desse?); o diretor Tim Burton (mano, o cara tem problema. Só faz filme bizarro, tipo A Fantástica Fábrica de Chocolate).

6.       Gosto de filmes de super-heróis, com a exceção do Super – Homem (cueca vermelha prá fora da calça não vira!).

7.       Eu não acredito em E.T., mas se acreditasse, com certeza, acharia que os chiuauas (aqueles cachorrinhos feios e mal-humorados que vivem latindo prá gente), seriam de outro planeta.

8.       Eu amo gente, mas às vezes me dá vontade de mandar todo mundo plantar batata!

9.       Eu não suporto comercial de creme dental e de perfume importado. Também não gosto de filme dublado e muito menos os títulos que dão para eles (comédia sempre vira alguma coisa do barulho ou alguma coisa muito louca. Aff!)

10.   Eu tenho um certo problema com quem prefere tomar chá ao invés de café, porque prá mim, chá é a bebida mais sem graça da fase da Terra (pior até que refrigerante de gengibirra!)

Pronto, depois deste grande desabafo, posso dormir em paz! Sinto que um peso saiu das minhas costas! Sou feliz novamente! Vivaaaa!!!!!

12 de dezembro de 2011

Uma nota de agradecimento

Sou muito grato a Deus pelas pessoas que Ele me permite pastorear. Confesso que me sinto honrado e até mesmo indigno de tão grande privilégio. Participar da obra do Reino é maravilhoso! Quero agradecer aos meus amados discípulos da Igreja Apostólica Ágape em São Vicente pela confiança e amor. A humildade e a disposição de servir de cada um de vocês me motivam a continuar! Agradeço também a Igreja em Curitiba (Boqueirão e Alto Boqueirão). Vocês acreditaram em mim quando ainda estava começando a caminhar no ministério. Amo vocês. Não me esqueço também dos meus amados de São Sebastião (que igreja linda!). Obrigado por permitir que eu faça parte da história desta igreja. Deus obrigado de todo meu coração pelo privilégio de servir! Te amo demais, meu Senhor!

11 de dezembro de 2011

Quando apenas o Consolador não basta

Precisamos urgentemente repensarmos nossa doutrina sobre a Trindade, bem como nossa atitude diante de uma verdade bíblica tão clara e contundente. E essa avaliação precisa passar primeiramente sobre o valor e a importância que damos ao Espírito Santo e o seu ministério entre os homens. A Palavra de Deus se refere ao Espírito como alguém Santo, conhecedor dos pensamentos dos homens e do Deus Pai, uma Pessoa que edifica a igreja de Cristo através dos dons (que são dEle e não dos homens), que arde de um ciúme zeloso pelos seus e quando se faz necessário, os convence do pecado da justiça e do juízo. Além disso, Ele é chamado de Consolador, Senhor, Espírito da verdade, entre outras definições. Diante disso, fica a pergunta: precisamos de mais alguma coisa? A resposta, com certeza é um grande e estrondoso não! Então, por que insistimos em demonstrar com as nossas atitudes que apenas o doce Consolador não nos basta? Por que amamos tanto o espetáculo da fé? Por que acreditamos tanto em nosso próprio potencial? Por que insistimos em acreditar que o nosso esforço humano é capaz de produzir a manifestação do Reino de Deus? Por que não permitimos que Ele nos confronte e nos corrija? Por que não entregamos as chaves de nossas igrejas, de nossas casas e do nosso coração a Ele?  Porque simplesmente não nos lançamos de uma forma desesperada e dependente nos braços do nosso Amado Espírito e entregamos todo o controle das nossas vidas em suas mãos? Essas perguntas exigem respostas urgentes. E não pense que isso é uma mera crítica a terceiros. Isso seria banal e desnecessário. Na verdade é mais uma auto – avaliação. Eu procuro as respostas a essas perguntas na minha própria vida, desejando de fato me bastar apenas no meu Santo Consolador.

Um amor prá toda vida!

A gente nunca sabe o que nos espera na próxima curva da vida. Ela é repleta de altos e baixos, bons e maus momentos e a todo instante somos levados a tomar decisões difíceis e importantes, que podem mudar por completo o rumo da nossa história. Assim é a vida.No ano de 95, eu não sabia o que me esperava na próxima curva. Me deparei com um lindo sorriso e uma risada fácil de uma linda jovem do Vale do Ribeira e vou confessar: foi amor à primeira vista. Eu sempre brinco que quando ela me conheceu, se apaixonou na mesma hora, mas na verdade quem arriou os quatro pneus primeiro foi eu!
         Nos casamos em 98. Tivemos um filho em 2005 (grande Gabriel!) e esperamos que a vida ainda nos reserve grandes momentos juntos. Mas uma coisa eu sei: não existe nada melhor para mim do que tê-la ao meu lado todos os dias.  Mulher linda, inteligente, sensível, sábia, corajosa, ousada e, principalmente, totalmente entregue a Deus. Juntos nos divertimos, rimos, choramos, passamos por dificuldades e por momentos felizes, mas o que é mais importante: sempre juntos! Elza, nascida dia 11 de dezembro de 1976, meu amor prá toda vida! Como eu já te falei outras vezes: você me faz querer ser uma pessoa melhor e me ensina com o seu exemplo como fazer isso. Te amo! Feliz aniversário!!

10 de dezembro de 2011

Sobre homens e castelos

Castelos são lugares seguros e luxuosos, mas também são lugares perigosos. Eles são a morada dos reis, mas também podem se tornar os seus túmulos. Haja visto Davi, que estava mais exposto em seu castelo do que na frente de batalha. Por isso, eu confesso: tenho medo de castelos! Tenho medo dos fantasmas que habitam neles, dos grandes corredores escuros que o compõem e dos quartos luxuosos que mantém todos tão distantes uns dos outros. Talvez seja um medo infantil ou apenas um mecanismo de autopreservação. Talvez seja o medo de me tornar um amante compulsivo de castelos.  Mas o fato é, tenho medo de castelos e procuro evitá-los a todo custo. Mas bem sei que o problema não é o castelo em si, mas os sentimentos e atitudes que eles despertam em nós. Eles podem despertar o nosso lado mais nobre, mas também podem acordar o monstro vaidoso e prepotente que existe dentro de cada um. Por isso, creio que poucas pessoas podem frequentar esses lugares. E as que de fato podem, na maioria das vezes não estão lá pelo simples fato de não desejarem estar lá. Por um motivo estranho elas preferem o deserto, a masmorra ou campo de batalha. Elas não se sentem muito a vontade ao lado dos nobres e dos reis, pois preferem mesmo a companhia dos plebeus. Elas preferem o cheiro do campo ao cheiro embolorado dos castelos. Essas pessoas são muito parecidas com o maior Rei de todos. Ele nunca habitou em castelos!

9 de dezembro de 2011

Então é Natal . . .

É, chegou o fim de ano, trazendo consigo o bom e velho Natal. Clima de alegria e festa no ar (menos para os perus e para os chesters, é claro!). Pisca- piscas iluminando as casas e as ruas. Pessoas nas ruas fazendo as suas compras natalinas. Pois é, chegou o Natal. Mas um sentimento toma conta do meu coração e eu preciso me expressar: definitivamente eu não gosto do Natal! É, é isso mesmo: EU NÃO GOSTO DO NATAL! E eu tenho os meus motivos para isso (não são traumas de infância, pode ter certeza), entre eles estão:

1.       As canções natalinas: nada, absolutamente nada, é mais irritante do que música de Natal. Elas entram no seu cérebro, causando uma sensação de desconforto que você não sabe explicar, mas que está ali presente. É mais ou menos como uma dor de dente. Incomoda demais!

2.       A cantora Simone cantando a sua tradicional música de Natal: nesta época do ano, é quase impossível entrar nas Lojas Americanas para comprar um chocolate ou um biscoito (porque são as únicas coisas que a maioria das pessoas compram lá) sem ouvir como fundo musical a Simone cantando “então é Natal, e o que você fez . . ." Meu Deus, me tira desse lugar!

3.       A pessoa do Papai Noel: cara, estamos em pleno verão brasileiro e este cidadão sentado num trono de casacão vermelho. Sem noção! Parece mais o Snoop Doug Dog.

4.       As comidas natalinas: algumas delas são muito boas, mas outras não tem nada haver. Devíamos substituir o peru, as nozes, as castanhas, as frutas cristalizadas, por uma boa feijoada ou então por um suculento churrasco. Isso ia ser legal.

5.       Televisão: nada é pior do que ligar a televisão e ver todas as programações falando de Natal. É mais ou menos assim: esporte (veja como foi o Natal do Neymar); filme (Um Natal muito Louco); noticiário (Xuxa visita um orfanato e faz uma doação de brinquedos de Natal para as criancinhas); seriado (o Natal da equipe de CSI); programa infantil (Mister Maker ensina a fazer uma árvore de Natal em 1 minuto). E por ai vai!

6.       O espírito de solidariedade: meu Deus, como isso é ridículo! Gente que ao longo dos onze meses do ano, não estão nem ai para absolutamente nada, em dezembro vira Madre Tereza de Calcutá. Eu não aguento!!!!

7.       A pessoa do Papai Noel (parte 2): mano, ele tem um tanto de duende que trabalha o ano inteiro prá ele sem receber nada. É tipo trabalho escravo, entendeu? Eu tô falando que esse cara é estranho.

8.       Presentes: a graça de dar um presente está na espontaneidade, ou seja, todo dia é um bom dia para se presentear alguém. Mas quando presentear se torna uma obrigação imposta pelo mercado de consumo, fica muito irritante. Dito isso, se quiserem, pode me dar presente de Natal. (rsrsrsrsrsrs)

9.       Festas de Natal: dizem que Natal é tempo de refletir. Mas me explica como o sujeito consegue fazer isso depois de ter entornado todas. Se a festa é em família então, sempre vai ter o tio ou o cunhado inconveniente falando mais do que deve e deixando todo mundo constrangido.

10.   A comemoração do Natal propriamente dita: dizem que a festa é para comemorar o suposto aniversário de Jesus (que aliás, dizem ter nascido em setembro), mas quem leva as glórias é o Papai Noel. É mais ou menos assim: fazem uma festa surpresa para você, mas quando você chega lá não pode entrar e quem é homenageado é o vizinho. Totalmente bizarro e sem sentido!


Ai estão meus motivos por não gostar desse dia. Por favor, não deixem de ser meus amigos por causa disso. Apesar de não compreender o espírito natalino, eu sou uma boa pessoa. Vou terminar este artigo com um trecho “inspirador” da música da Simone:

Harehama, Há quem ama.
Harehama, há . . .
Então é Natal e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra fez.
Hiroshima, Nagasaki, Mururoa . . .
É Natal, É Natal, É Natal.

Por que Fora do Ton?

“Desafinado: adj Que não está afinado; dissonante, destoante. Antôn. Afinado.”

Triste coisa é não saber cantar para quem ama música. Você se sente acuado, constrangido e pouco a vontade para se expressar através de canções. Na verdade, ninguém gosta de ouvir um desafinado cantar. Ele incomoda, atrapalha e é motivo de deboche. Por que? A resposta é simples: existe a forma certa de entoar uma melodia e a forma dissonante. Mas, como um bom desafinado que sou, saio em minha própria defesa e dos muitos oprimidos a quem não foi dado o dom de cantar, dizendo o seguinte: no peito do desafinado também bate um coração! Não importa se não sabemos as notas certas, ou se não sabemos diferenciar um contralto de um tenor. O que de fato importa é que queremos nos expressar. Se os harmoniosos não nos entendem, não importa, porque para nós, os desafinados, quem está errado são eles! Muitos se incomodam com aquilo que está FORA DO TOM, mas destoar é quase uma arte. Uma necessidade humana. É destoando que desconstruímos, para então refazer novamente. Destoando reconhecemos limites, mas também os confrontamos. É claro que uma voz fora do tom, muitas vezes é algo desagradável aos nossos ouvidos. Mas posso afirmar com toda certeza: Deus precisa dos desafinados! Eles diferem, mas também expressam a soberana glória do seu Criador. E se alguém pensa que estou falando apenas de música, se enganou redondamente!

P.S.: esqueci de dizer o segundo sentido do título do blog. Para quem não percebeu ainda, é um trocadilho com meu nome, pois como um bom desafinado, eu também preciso colocar as minhas ideias para fora!

Por que criar um blog?


Eu sempre gostei de animais de estimação, em especial de cães. Eles são bons companheiros e também uma bela forma de aliviar a tensão do dia-a-dia. Mas minha esposa não é muito chegada neles. Então, depois que casei, apesar de ter tentado por duas vezes ter um cachorro, ela me convenceu (entenda-se: me forçou!) a abrir mão deles. Mas o meu desejo por um animal de estimação continuou latente dentro de mim. Então, recentemente, tive uma ideia brilhante: se não posso ter um cão, vou comprar uma calopsita (aquele passarinho topetudo e que dizem fala igual a papagaio). Já estava até imaginando o nome que poderia da para o bichinho. Ele se chamaria Liédson, em homenagem ao grande artilheiro corintiano.
É claro que uma decisão dessa "magnitude" não poderia ser tomada de forma unilateral, então fui consultar a minha digníssima esposa, pensando receber dela um SIM. Mas qual não foi a minha surpresa, pois o que eu ouvi dela foi um grande NÃO. O motivo, segundo ela, é o pânico que ela tem de passarinho (interessante é que eu a conheço a mais de 15 anos e nunca tinha ouvido falar dessa fobia descontrolada). Totalmente frustrado, desisti da idéia e confesso que até mesmo já desisti de ter um animal de estimação. Mas como eu disse no início, todos nós precisamos de distrações na vida. Coisas que temos ou fazemos simplesmente por fazer e que nos dá um sentimento de prazer e contentamento. Por isso, resolvi substituir o animal de estimação por um blog. Dá menos trabalho, faz menos sujeira, é divertido, é uma boa distração e principalmente, conta com a aprovação irrestrita da minha esposa. É, a vida é assim: quem não tem cão, caça com blog!

Livros na Estante


Livro é parte essencial da minha vida. Desde muito cedo comecei a ler com uma certa frequência e nunca mais parei, pois tomei gosto pela coisa e desenvolvi o hábito. No início eram os livros da coleção Vagalume (quem não se lembra: Spharion; Deus me Livre; etc), mas depois meu interesse foi se diversificando. Hoje, posso dizer, a leitura é um dos meus passatempos preferidos. Leio porque preciso, mas principalmente porque gosto. Por isso resolvi fazer uma lista de alguns bons livros cristãos que já li.  Aí vai ela:

1. Cristianismo Puro e Simples (C. S. Lewis): só existe uma palavra para definir este livro: brilhante. Eu o li em apenas um dia e simplesmente não consegui dormir depois, devido ao impacto que ele gerou em mim.

2. O Diálogo (Peter Kreeft): livro escrito de forma criativa e inteligente, que aborda as questões da fé de forma filosófica e profunda.

3. Surpreendido pela Alegria (C. S. Lewis): este livro é uma auto – biografia do autor. Foi um livro extremamente prazeroso de ler. O autor é um escritor fantástico.

4. A Conquista Divina (A. W. Tozer): radical, instigante, perturbador, autêntico, atual (apesar de ter sido escrito nos anos 60). Assim é Tozer. Quem não leu algum livro dele, deve ler urgentemente.

5. O Desenvolvimento Natural da Igreja (Christian A. Schwarz): existem tantos livros que trazem a receita mágica para o crescimento de uma igreja, que a gente perde até a conta. Mas esse livro em especial é diferente de outros que já li. Baseado em uma vasta pesquisa em diferentes igrejas, ele não trata de modelos propriamente ditos, mas de princípios.

6. Janelas para a Vida (Ricardo Barbosa de Souza): livro de coletâneas de artigos escritos pelo autor. O tema tratado nesses artigos é espiritualidade cristã. Excelente!

7. As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança (John Maxwell): a maioria dos livros deste autor são muito bons. Escolhi este por ter sido o primeiro dele que eu li e por ter um conteúdo muito pertinente para aqueles que trabalham com formação de liderança. Simples e prático.

8. Uma História Ilustrada do Cristianismo (Justo L. Gonzalez): coletânea de 10 livros sobre a História da Igreja. Extremamente bem escrito, de fácil compreensão, mas sem ser superficial. Importante para quem deseja entender melhor a igreja de Cristo.

9. A Utopia Possível (Robinson Cavalcanti): série de artigos sobre o tema Cristianismo Integral. Muito bom e contundente. Trata de assuntos polêmicos com sabedoria e equilíbrio.

10. As Cinco Linguagens do Amor (Gary Chapman): livro sobre relacionamento conjugal que foge do trivial e da mesmice. Muito bem escrito e muito útil para a vida a dois.


Bom, é isso aí! Muitos outros livros poderiam ser citados e quem sabe, num outro momento eu completo esta lista. Mas, estes são livros muito interessantes e que eu recomendo. Se você quiser se arriscar a ler um deles, desejo a você uma boa e edificante leitura.