29 de dezembro de 2011

A Loucura da Pregação


Hoje, conversando com minha esposa linda, chegamos a seguinte conclusão: a beleza do Evangelho reside exatamente no fato dele dar um nó no pensamento secular. A Palavra de Deus é paradoxal, intrigante, misteriosa, forte, revolucionária, reflexiva, suave, doce e reconfortante. Tudo isso ao mesmo tempo! É isso que a torna tão maravilhosa.
Quando ela nos leva a crer na Trindade, quando ela nos ensina que é morrendo que se vive, que é perdendo que se acha e que apesar da diferença brutal entre um Deus Santo e nós, meros pecadores, ainda assim podemos nos relacionar com Ele por causa do seu amor incondicional manifestado em Cristo, este Evangelho confunde o mundo, inverte a lógica secular e revela ao ser – humano que deseja entender, o propósito de Deus. Isso é lindo e essencial!
Mas quando transformamos esta mesma Palavra em um mero discurso, mais parecido com palestras de autoajuda, centrado nas necessidades humanas (eu determino; eu quero; eu conquisto; eu prospero; eu preciso e outros “eus” que existem por aí), tirando Cristo do centro da nossa pregação, então o poder se esvai e já não existe graça na Graça Maravilhosa de Deus. Voltemos ao Evangelho, à loucura da pregação! Aquele Evangelho que confunde os sábios, confronta os pecadores, atrai opositores, mas nunca deixa de anunciar a única mensagem que importa, a saber: Cristo em nós, esperança da glória!

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